9 de novembro de 2011

My Place by Jessica

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Prólogo

O clima estava chuvoso, exatamente como eu queria.
Mudar-me para Lapush não tinha sido uma tarefa fácil, mas com alguns pedidos aqui e ali e o fato de meu pai ser um amigo antigo dos quileutes, finalmente consegui vir para este lugar.
E me dei conta, era desse frio que eu estava precisando. Adoro isso.
Parei meu carro em frente a uma casinha beije com janelas de madeira e sorri. Era pequena, mas já de longe parecia confortável e acolhedora. Eu não estava esperando nada caro ou espaçoso, só aconchegante o bastante para chamar de meu, pelo menos por enquanto.
Enquanto eu ainda sentia dor e a velha necessidade de curtir isso sozinha. Depois da morte de minha mãe, eu simplesmente não conseguia mais ficar no Brasil. Não quando ela reclamava cinco vezes ao dia pela falta de chuva, ou falava da saudade que sentia do povo avermelhado daqui.
Meus pais tinham conhecidos aqui... Então em sua adolescência, ela simplesmente amava vir até este lugar e me contava historias incríveis sobre essas praias, sobre esse céu. Até as pedras daqui tinham algum encanto, segundo ela. Por isso eu estava tão longe de casa, para me sentir mais próxima da minha mãe, de alguma forma.
Bobeira? Você pode achar que sim... Mas só de experimentar a neblina congelando meus ossos, posso dizer que estou feliz de ter vindo. Lilian estaria pulando aqui mesmo, se estivesse comigo.
Senti uma lágrima escorrer livremente pelo meu rosto.
Para me reconstruir, eu precisava de um tempo. E, além disso, queria realmente entender porque cada coisa aqui a atraía de forma absolutamente irreal. Só posso achar que algo ficou para trás, quando ela jogou tudo para o alto e foi viver com meu pai, do outro lado do oceano.
Preciso descobrir o que é para ficar em paz.

Capitulo Um
Entrei com duas malas, desfalecendo e arfando por causa do peso. Lamentei muito não ter um vizinho, ao menos para me ajudar com tantas tranqueiras. Pelo visto, minha casa era mais distante e isolada das outras. Mas foi o máximo que Jonathan conseguiu para mim, então está de bom tamanho.
Escorei meu rosto na janela e mordi os lábios de pura apreensão. Eu estava aqui agora, e então... Qual era o próximo passo?
Suspirei pesadamente e me joguei de qualquer jeito no sofá creme da sala. Eu tinha trancado minha faculdade de geologia no segundo semestre, me despedido de todos os meus amigos e família, pegado dois vôos e um inicio de gripe no caminho para cá. E depois disso tudo, ainda estava sem saber por onde começar.
Minha nossa. Talvez tenha sido uma burrada vir justamente para o lugar que vai me fazer lembrar dela a cada dois minutos. Ela só tinha morrido há dois meses, era muito recente pra mim.
Bati a mão na testa e peguei um casaco maior e mais grosso na primeira bolsa que vi. Agora já estava feito... Ficar remoendo tudo não ia adiantar nada. Eu estava aqui para me curar e entender algumas coisas. Estava procurando uma resposta para uma pergunta.
Era isso... Eu só precisava observar.
Tranquei a porta e resolvi seguir um caminho que poderia ou não me levar até o lugar que eu queria, então contei apenas com a sorte. Segui a trilha pequena da estradinha e sorri quando comecei a sentir cheiro de areia e sal. A boa noticia era que minha casa ficava a poucos metros da praia... E a ruim, que meu nariz estava começando a congestionar. Estava realmente congelando!
Ri quando comecei a bater os dentes e mais ainda quando vi a bela paisagem a minha frente. Minha mãe tinha me falado tantas vezes de First Beach, que fui capaz de reconhecer sem nunca ter colocado os olhos antes. Era como nos meus sonhos. O sol sempre ficava escondido entre as nuvens, mas o lugar não parecia frio. Muito pelo contrario, era convidativo e familiar.
Sem pestanejar, deixei que meus pés me conduzissem até a beira do mar, mas ainda não era o bastante. Tirei o casaco e abri os braços, me arrepiando com a brisa gelada do sul. A praia estava tão deserta que não haveria problema se eu simplesmente tirasse a roupa e tomasse um banho.
Porque não?
Tirei o tênis, as duas blusas mais finas e a calça. Eu estava louca se queria entrar naquele mar revolto e gélido vestindo apenas roupas intimas, mas mesmo assim, queria uma lembrança memorável do meu primeiro dia em Lapush, e eu jamais esqueceria isso!
Andei cinco passos até a água alcançar meus joelhos, e meu Deus, eu estava morrendo. Entrei num estado critico onde não conseguia mais me mover. Nem entrar e nem sair, que ótimo. Meu queixo agora batia ainda mais e pensei seriamente em chorar. Não sei o que estava havendo com meu corpo, mas ele não me obedecia mais.
Minha perna deu uma bambeada e me levou outro passo para frente. Encolhi-me nervosamente com a sensação da água no meio de minhas coxas. É, eu estava arrependida. E para frisar tal situação, uma chuva grossa começou a cair DO NADA.
Meu corpo ficou molhado em poucos segundos e eu não entendia porque não me jogava na maré de uma vez. Que diferença ia fazer?
- Moça!
Alguém gritou atrás de mim quando estava prestes a dar um mergulho. Olhei para trás letamente e não vi ninguém. Além de tudo, eu estava ficando louca. Dei de ombros e segui mais para frente com dificuldade.
- Hey...
A mesma voz grossa e firme falou, desta vez, muito mais perto. Junto com ela, senti uma sensação quente em minhas costas. A única, já que todo o resto envolta de mim se resumia a puro gelo.
A mão que se encontrava em meu ombro direito deslizou pelo meu braço e me obrigou a virar. Por isso eu não o tinha visto, ele veio pelo lado direito, silenciosamente.
Pisquei os olhos varias vezes e pensei que poderia estar tendo uma visão. Ele era lindo, alto, forte e avermelhado. Era um deles, eu tinha certeza. Um dos quileute que eu tanto ansiava conhecer. Tentei sorrir, mas a única coisa que consegui foi fazer uma careta. Meu corpo estava doendo tanto.
- Porque você está aqui, assim?
Sua voz era grave e seu semblante preocupado. Eu nunca tinha visto traços tão bonitos em toda a minha vida.
De repente senti vergonha... Ele devia estar achando que eu precisava urgentemente de um hospício. Uma mulher no auge da juventude, de sutiã e calcinha no meio da maré, num dia de chuva. Pelo menos eu estava com uma daquelas calcinhas que pareciam um mini short.
- Eu... – minha voz falhou e minha garganta pareceu fechar. – Eu...
Ao tentar pela segunda vez, senti uma tontura breve e uma pontada no centro da minha cabeça. Arregalei os olhos e levei uma de minhas mãos até lá, mas como eu já sabia, doía demais até a mais breve das ações.
Senti minhas pernas amolecerem e uma espécie de sono me alcançar. E mãos ágeis seguraram meu dorso. Foi a ultima coisa que senti.
N/A: oooooi flores:D Pra que não me conhece, sou Jessica, dona de umas três fics doidas por aqui. My Place é mais uma delas, nascida de um surto de inspiração. Espero que tenham gostado desse pequeno capítulo :)
E já vou logo avisando... Não sei se ela é team Jacob ou Embry. Vamos ver o que o destino reserva para a PP. Kkkk beijos:*
Ps: COMENTEM, pleaaase! :D



Capitulo Dois


Jacob POV

A única coisa que me passava pela cabeça era imaginar os motivos pelos quais a estranha estava seminua dentro do mar, quando posso sentir que a temperatura não passa de seis graus.

Seus lábios estavam roxos e seu corpo pequeno e cheio de curvas estava dando sinais de hipotermia. Mãos geladas, coração lento... Era isso. Ela precisava de um lugar aquecido.

Saí rapidamente do mar segurando-a em meus braços e torcendo para ser veloz o bastante a fim de salvar sua vida. Peguei o casaco dela no meio do caminho e a embrulhei, enquanto corria. Emily saberia exatamente o que fazer, e além do que, a casa dos Uley era mais perto.

Encontrei Sam cinco minutos depois, antes de sequer bater na porta. A testa dele se franziu e ele apontou para dentro. Vários dos caras estavam lá e a maioria deles arfou quando viu o que eu carregava. Coloquei a menina na cama e nenhum deles saiu de perto dela.

Bando de curiosos.

- O que aconteceu com ela? – Embry perguntou nervosamente, enquanto sentava na outra ponta do colchão.

- Eu a encontrei no mar, não sei exatamente o que estava tentando fazer.

O quarto estava insuportavelmente quente, com todos os garotos ali dentro. Sem sombra de dúvida a recuperação dela ia ser mais do que muito rápida. Era como se o sol estivesse em volta dela. Estávamos irradiando 40 graus de cada canto do cômodo, cada um de nós.

Embry passou a mão pelo rosto dela e o contraste entre suas peles era gritante. Me fez lembrar o quanto eu e Bella éramos diferentes. Talvez não devêssemos mesmo ficar juntos, e o destino cuidava de jogar isso na minha cara. Agora ela e o vampiro iam se casar.

A garota gemeu o nome de alguém, me tirando de meus devaneios. Resolvi chegar mais perto e tentar entender as palavras emboladas que ela disse depois.

- Acha que ela conhece alguém por aqui? Essa não é a nossa língua.

Quil observou, mas para mim já era óbvio desde quando coloquei meus olhos nela. Cintura fina, quadris largos, peitos fartos. Branca... Mas não pálida. Cabelos longos, olhos castanhos e a boca já com a cor natural, extremamente avermelhada e delineada. Ela não era daqui e não se parecia com ninguém que eu já tivesse visto antes. Ela era... Diferente.

- Ela deve ser de outro país. – Embry suspirou. – Mas eu não entendo. O que ela estava fazendo no mar, no inverno? Poderia ter morrido facilmente.

Alguns de nós estremeceram com a idéia e outros concordaram. Nenhuma pessoa em sã consciência se aventuraria num programa como aquele. Talvez ela estivesse pensando em se matar.

- Vai ver ela queria cometer suicídio e o Jake atrapalhou. – Paul sugeriu, parecendo ter lido a minha mente.

- Não pode ser. Porque uma garota linda assim faria isso?

- A questão não é essa Embry. Ser bonito ou feio simplesmente não importa quando você perde o que mais ama. Ela pode ter perdido alguém.
Todos prenderam a respiração.
Eu tinha falado sem pensar, totalmente. E aposto meus rins que eles fizeram a associação do que eu tinha dito a Isabella Swan.

E de verdade, percebi que eu não tinha mais nada pelo que lutar agora que ela ia virar um monstro. Eu também gostaria de morrer.


Capitulo três

Jessica POV

Parecia mais uma das noites abafadas no Brasil.

Rolei na cama, sentindo o suor gotejar pela minha nuca. Nunca havia sentido tanto calor em minha vida e certamente isso não fazia nenhum sentido. Eu estava nos Estados Unidos agora, e a estação era a minha favorita: Inverno. Então por que...

Oh, meu deus.

Abri os olhos – desnorteada - e apalpei a cama ao meu lado. Eu não estava sozinha e o pânico em minha mente começou a crescer. Era bem provável que eu tivesse sido seqüestrada pelo mesmo homem forte que estava deitado ao meu lado. Finalmente descobri de onde vinha a fonte de calor. A pele dele era como brasa.

E então me lembrei.

Ele não era nenhum maníaco assassino, mas o cara que tinha me salvado. Me encontrado naquele mar e me levado para algum lugar, desmaiada em seus braços.

Eu não podia culpá-lo, estava inerte demais para lhe dar meu endereço. Acho que ele fez o que estava em seu alcance para me ajudar. O que ainda não explica o fato de estarmos na mesma cama.

Mas quem era eu para reclamar? Devia muito mais do que uma gentileza a ele. Quem sabe... Eu poderia ter morrido.

Mas não morri. E não havia nenhum vestígio em meu corpo que me fizesse lembrar aqueles péssimos minutos gelados. A gripe que eu tinha – e que deveria ter se acentuado – estava oficialmente desaparecida e eu respirava melhor do que em todos os meus 19 anos.

Debrucei-me sobre meu cotovelo para ver melhor aquele que tinha bancado o herói. Na penumbra, não dava para distinguir corretamente seus traços. Mas o cabelo era preto e o corpo era forte e grande o bastante para ocupar muito do colchão.

Coloquei minhas mãos sobre as dele somente para medir o tamanho. Era o dobro que a minha. Sorri com aquilo. Todos os homens que conheci na vida tinham mãos maiores que a minha, mas aquilo era um exagero.

Dei um sorriso de canto e quando levantei o rosto de nossas mãos em direção a ele, olhos brilhantes estavam me encarando. Dei um pequeno sobressalto e me envergonhei totalmente por ter sido pega analisando-o.

Agora ele tem mais do que um motivo para achar que sou louca de pedra.

- Oi.

Sua voz animada e forte disse, em meio a escuridão. Arrepiei-me da cabeça aos pés, sem saber se pela intensidade do tom ou se por ter percebido que aquela NÃO era a voz do cara que me salvou. Era outra pessoa, outro homem.

Pulei da cama rapidamente e notei que estava só com um blusão masculino. Mal tampava minhas pernas. O que tinham feito com minhas roupas?

- Quem é você? – minha voz vacilou.

O rapaz suspirou e levantou de vagar, fazendo com que eu achasse um canto naquele quarto e me encolhesse totalmente. Eu simplesmente não sabia o que fazer enquanto aquele cara enorme vinha na minha direção daquele jeito. Só dava para ver sua sombra. E ah, o tal brilho dos olhos.

- Meu nome é Embry, eu não vou te machucar. – ele deu dois passos para o lado. – Vou acender a luz, tudo bem?

Assenti, mas não sei como ele pode ter percebido. De qualquer forma, o tal Embry ligou o interruptor dois segundos depois e meus olhos arderam com a claridade.

Assim que consegui normalizar o foco dos meus olhos e o encarei, tive a surpresa de ter a mesma reação que tive com o rapaz que me salvara. Ele era lindo. Tinha o sorriso iluminado de um garoto no rosto e o corpo de um homem feito. Seus olhos eram quentes e convidativos.

Arrastei-me dois passos para perto sem perceber, quando de repente caiu a ficha. 1,2,3... De volta a realidade.

Nós não nos conhecíamos e eu NÃO sabia onde estava. Ele podia ser uma pessoa ruim, embora meu coração já duvidasse disso.




Embry POV

Ela era perfeita. Assim que coloquei meus olhos nela, soube que ia amá-la. Agora que estava acordada, pude notar a cor avelã de seus olhos e o jeito como seus lábios tremiam de nervosismo. A garota era um anjo dormindo e uma mulher e tanto acordada.

- Onde está o rapaz que me trouxe aqui?

Engoli a seco quando ela perguntou. O jeito como falou dele exalava confiança. Ela não o conhecia e já o admirava, dava para perceber pelo modo como os olhos dela brilharam.

- Ele foi para casa, já é tarde. – ela fez uma careta. – Qual é o seu nome?

- Jessica.

Ela suspirou e chegou mais perto de mim. Tive que respirar fundo para não agarrá-la ali mesmo. Será que eu tinha sofrido um impriting?
- Como já tinha dito, Embry.

Apertamos as mãos e senti nossa energia se tocando, se conhecendo. Pequenos choques percorreram meu corpo e ela contorceu os cantos da boca, como se estivesse surpresa. E só assim eu soube que ela sentiu a nossa química.

- A calefação desse quarto é muito boa. Eu estou só de camiseta e você só de bermuda. Nós estamos mesmo no inverno?

- Ah, estamos. – passei a mão pelos meus cabelos. – A casa do Sam é bem quente mesmo, e nós, quileutes, também.

Ela olhou para meu abdômen e eu sorri quando ela corou. Meus hormônios estavam todos loucos, e meu ego inflou por vê-la fitando meu corpo.

- Posso saber por que você estava no mar? – resolvi focar em outro assunto e então perguntei calmamente.

Sentei na ponta da cama e senti um arrepio subir pela minha espinha. Jacob repetiu várias vezes que ela podia ter morrido, pois seu corpo já estava em pane quando ele chegou. Por segundos a mais ela poderia ter feito a maior besteira da vida dela.

Jake disse que ela pretendia mergulhar.

- Eu só queria ver como era. – ela balançou os ombros e se sentou ao meu lado. – Não foi uma idéia muito inteligente.

- Você podia ter morrido. Não faça isso de novo...

Minha voz saiu arrastada e seus olhos grandes me encararam avidamente. Ela percebeu que havia tristeza em mim, só por imaginar o que podia ter acontecido.
- Pode deixar. – Jessica deu um sorriso breve. – Que horas são?

Desviei meus olhos dos seus por um momento e fitei o rádio relógio na estante. Faltavam dez minutos para as duas da madrugada. Jake disse que viria cuidar dela as duas em ponto, e então revezaríamos de turno.

Eu não queria ir, ainda mais para deixar eles juntos. Estava com medo que Jessica pudesse gostar mais dele, e ainda assim... Não podia evitar que eles se conhecessem, afinal, ele a salvou e ela esperava poder agradecer.

De qualquer forma, Jacob ama Isabella obsessivamente. Não existe brecha para outra pessoa em sua vida. Triste dizer, mas acho que por um bom tempo.

- É hora de ir. – me levantei e sorri de canto quanto sua testa se franziu. – Preciso ir para casa.

- Não, não vá.

Ela se levantou depressa e segurou minha mão. Naquele momento, senti uma vontade enorme e latente de tê-la em meus braços. Mas era muito cedo, e muito incerto. Não é só porque ela pede por minha companhia que quer ser minha namorada. Além disso, nem sabia se aquilo era um impriting ou apenas uma atração descomunal.
- Eu vou voltar. – não consegui me refrear e dei um beijo em sua testa. – Vem outra pessoa em meu lugar. Meu irmão... O que te socorreu.

Jessica não estava conformada, mas soltou meus dedos. Eu a vi se enfiar debaixo das cobertas de novo e me desejar boa noite.

- Vou voltar amanhã cedo para dar uma olhada em você. Não saia da casa de Emily sem me esperar, eu quero me despedir.

E saber onde você mora, acrescentei mentalmente.

- Tudo bem. – ela acenou e eu ouvi um ruído vindo da porta da frente.

Estava na hora de ir.

N/A: Leitoras lindas *.* Não sei se muita gente está acompanhando essa fic, mas quem acompanhou sabe que demorei anos para att * esconde a cara de vergonha.
Prometo ser mais assídua, tá? É que cuidar de três fics, trabalhar e estudar não tá sendo fácil. Mas por vcs e pelo Jacob, juro que arranjo tempo. eiuhsiuehs ;)
Comentem, por favor. Beijos:**

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21 comentários:

  1. nossa já amei de cara gostei msm achei bem bacana , ser independente, e amei a parte de se louca o bastante para entra no mar no dia de frio chovedor amei kkk serio msm , to louca pela continuação

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  2. e por favor seja team jacob please ta bjs

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  3. A gostei do jeito maluco da PP, e da historia dela tbm!
    Espero que seja team Jake! :)

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  4. Estou adorandooo!!!
    Pelo visto além de independente, sou um pouco louca né, aonde já se viu entrar no mar congelante de La Push, em um dia frio e chuvoso?! Ainda bem que um dos deuses gregos, da reserva Quileute, apareceu.
    Ain, também quero que seje team Jacob, fazer o que se amoooo meu lobão. Mas se for o Embry acho que quebra um tremendo galho. rsrsrsrrsrs
    Bjssss!!!!!

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  5. Ei linda, olha eu aqui também. rsrsrs
    Chata eu, né? ^^
    Concordo com as girl ali em cima, Team Jacob please.
    Bjudds.

    Ps: Esqueci de dizer que me gusta da fic. kkkk

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  6. Uauuuu, a ficção ja começou muito boa, ja vi que ela realmente se parece comigo, afinal amo o mar mesmo no frio!!! rsrs....bom e se for pra escolher ñ penso duas vezes...TEAM JACOB na cabeça!!! please

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  7. Já estou vendo que a fic vai ser boa, e espero do fundinho do meu coração que esse Deus grego seu o meu caramelinho (sem querer induzir a escritora KKK) adorei. Parabéns.

    Bjos

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  8. Gostei!! Posta o proxio cap. rapido!!

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  9. Gostei bastante ! Posta o proximo cap. logo! Rapido.

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  10. Ownt, meu lobinho favorito foi meu salvador, quer felicidade maior que essa?!
    Embry também é um pedaço de mal caminho e se sentiu atraído pela PP, urgh e agora? Mas ainda fico na torcida pelo nosso caramelinho, fazer o quê, amooooo esse lobo, não tem jeito!!!
    Amandoooo e louca pelo próximo, bjssss!!!!

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  11. Gente, a fic não ficou interativaaa :\ vou falar com as meninas da staff, ok? Bjs;

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  12. Gostei dos capitulos.... o Jake me salvou e o Embry esta atraido por mim... precisa de mais??? Claro... posta mais...rs

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  13. Ameei !!
    Posta Maiis !!

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  14. Com quem será que a PP vai ficar? Que dúvida cruel, o bonitão do Embry ou o maravilhoso do Jacob, não sei como ter uma dúvida "descabida" dessas!!!
    Ah, se chovesse assim na minha horta...

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  15. amei, amei, amei, gosto quando a pp é disputada por dois lobos lindos e tudo de bom , particularmente sou fã de jacob, porem tenho uma queda pelo embry. oh duvida cruel!!!!

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  16. pequena pergunta: essa fic é ou nao interativa? cade as perguntas?

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  17. Olha só ja fiquei triste, sou team Jacob e queria muito que ela ficasse com ele, mas não gosto da ideia de ver o Embry se machucando e sofrendo por amor, então por favor, que apareça alguem muito especial e tenha um imprintng pelo Embry, pq o Jake ja é meu!!!!!rsrsrsr

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  18. Deila concordo contigo. Sou totalmente Team Jacob, mas fiquei triste pelo Embry, ele é irmão do meu Jake e seria pessimo ver ele triste!!!
    A fic ta muy boa posta mais!

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  19. OIIIIIIII Eu comecei a ler a fic hoje
    e adorei....eu sou Team jacob até o fim ...............por favor não me decepcione fazendo a pp ficar com o jake!!!!!!!!!!!bjos e não demore pra postar !!!!!!!!

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  20. Unnn... isto esta me cheirando a um triangulo amoroso fatal.Será? KKKK... ai, ai difícil né? Sou team jacob, obvio, sem comentários para descrever o nosso jake lindo-tudo- de-bom, mas cultivo uma linda amizade pelo gato do Embry acho ele tão legal, fofo e divertido. IH! será que PP terá que fazer escolhas? CURIOSA AO EXTREMO!!!
    POSTA +++ PLEASE A FIC É SENSACIONAL. BJOS.

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