Suave e doce como algodão doce.
Era uma menina mulher de alma bonita, sorriso de flor, olhar perfumado e
presença iluminada. Ela era uma menina mulher como tantas outras, perdidas pelo
mundo, acinzentadas pela sujeira da poluição inventada por homens apressados demais
para preservar belezas sutis e frágeis. Tinha alma de artista: era bailarina
que desenhava corações com braços, pernas e quadris pelo ar. Era a cantora que
desperta prazer nos ouvidos que recebem o afago de suas melodias. E era
poetiza, que faz artes com as perigosas palavrinhas.
Aquela princesa era um ser
especial e brando que faz arte por deixar seu espírito escorrer por entre suas
mil e muitas expressões. E eram tantas e eram tão grandiosas e tão sutis expressões! E
eram também, tão marcantes e tão sorrateiras.
se tornava, com isto, tão mágica e tão fugaz e tão eterna
quanto o reflexo das cores do arco-íris em um grande bolha de sabão.
Como toda menina mulher de alma
latente, ela vivia o mundo real e vivia o mundo dos sonhos, tinha desejos
realizáveis e outros nem tanto... E
dentre os seus muitos e muitos sonhos, aquela menina tinha o nem tão secreto
desejo de conhecer ele…
Ele que pertencia tanto ao mundo
real, quanto ao mundo fictício. Ele que como artista fora elevado a um nobre
patamar. Suas formas esbeltas e digníssimas foram elevadas ao topo e cobiçadas por muitas e muitas garotas puras… e outras nem tanto. Ele que tinha o dom de
assumir muitos papéis, de mocinho a vilão… Ele, que conquistou os olhos da nossa
princesa na pele de homem-lobo místico com sorriso de sol.
Para ele, nobre galã chamado
Taylor Lautner, a vida de sucesso era tão gloriosa, tão glamorosa, tão repleta
de idolatria que estava tão e muito perto do que era fugaz e banal demais para
ser eternizado no espirito. Porque ao redor dele havia sempre milhões de fãs, mas
isto não poderia significar que a solidão nunca o abateria.
Ele conhecia o mundo quase todo,
viajava de mês a mês, de lá pra cá, de Bali a Bolívia, visitava cidades
consagradas… Tudo isto por um dia… Tudo isto protegido por seguranças, e ficando confortável em um… hotel! E os hotéis
tinham comidas diferentes, recepcionistas que falavam línguas diferentes,
decorações diferentes… Mas tinham sempre o mesmo luxo, as mesmas quatro
paredes, as mesmas camas com quatro lados e muitos travesseiros… Ele viajava por
muitos lugares belos, mas isto não significava que ele conhecia com prazer
todas as belezas sutis destes lugares. Por vezes até os sons destes lugares
eram parecidos: gritos de fãs.
Mas o sorriso dele estava sempre
lá, aberto, esplendido e misterioso. Afinal, poderia significar tanto o seu
extremo talento de representar aquilo que não é, quanto poderia significar seu
prazer em viver e oferecer ao mundo a majestade do mais sublime gesto humano: o
sorriso sincero, de dentro.
sempre viveu a muitas
milhas distantes dos voos de Lautner, numa cidade com o nome “Bonito”, no
interior do Minas Gerais, bem no coração do Brasil. Mineirinha típica, ela não
era, nem de longe, a férvida brasileira que Taylor tinha como modelo em sua
memória, modelo este formado por suas inusitadas experiências com as brasilouquinhas.
gostava de tutu de feijão, doce de leite enrolado na palha e queijo minas
com café fresco. gostava de interpretar um teatro/musical com muito balé
para distrair as crianças do hospital “pertim” do lar e para os experientes velhinhos sábios dos asilos… A menina espalhava poesia e alegria pura pelos lugares que
passava. Sutil… sempre sutil e doce. E, mal sabia ela, que isto a fazia sempre
eterna, porque não importava o tempo em que ela convivia com um garoto ou velhinho,
ela tinha o raro poder de mexer com a alma, por mais funda que esta ousasse se enterrar. E isto, meu queridos, não é coisa que passa… isto é celestial e
pra sempre e sempre permanece, amém!
Taylor gostava de comer fast food
a lá McDonald’s, ovos com bacon e torradas de manhã. Gostava de ouvir o
ronronar de motores de carros caros, e sentir nas mãos a potência de uma
máquina que tinha o poder de voar baixo. Gostava também de gritar assistindo
futebol americano e, por vezes, por nos pés chuteiras e jogar… jogar… Oh…
claro, tinha um ídolo na terra de : o conhecido lutador de nome Anderson e
comum sobrenome Silva.
Mas eis que um dia, , sentada no seu
sofá com o prato com o seu jantar no colo, escuta de um apresentador famoso e
simpático:
_ Um minuto com Taylor Lautner! É
isto que daremos: um minuto com Taylor Lautner para aquela que fizer o vídeo
mais inusitado e mandar para nossa produção…
_ Outra coisa de louco. – Murmura o pai de
ao ouvir a notícia, sem perceber como aquilo havia iluminado o olhar de sua
filha.
_ Todos nós estamos muito perto
da loucura, pai. – Respondeu a menina, decidida a usar de seus muitos talentos
para tentar ter um minuto especial. Minuto em que um sonho distante poderia se
tornar real.
se embrenhou no meio da
mata, para visitar a magnífica Gruta do Lago Azul, com sua câmera debaixo do
braço, seu figurino na mochila das costas e seu enredo na mente e no coração
para o filme inusitado.
| Gruta do Lago Azul, Bonito-MS. |
Pôs-se a menina então, a fazer de
suas artes, sozinha no meio da conhecida mata, com um cenário muito mais que
belo. Ela colocou fitas nos cabelos, vestido rodado e colorido e maquiagem de
equilibrista do Cirque du Solei! Estava extravagante e graciosa. Dançou, sorriu, pôs os pês na água, cantou e
declamou um poema dedicado a um famoso desconhecido. Um poema que falava sobre o teor
incompreensível das loucuras de uma fã.
acabou rindo sozinha
revendo os seus feitos no visor da câmera, decidida que tudo valeu a pena pelo
sabor enérgico de uma experiência lunática. O que não sabia era que aquela
loucura iria lhe render nada mais, nada menos que o
primeiro lugar!
Ganhou, ganhou! Pode gritar
e enlouquecer com a notícia, mas já tinha em mente que de seu ídolo ela não
pediria nada, apenas concederia uma amostra da sua singela essência.
Assim foi que, num dia quente do
Rio de Janeiro, tinha o refletor quente de uma câmera fazendo suas bochechas
ficarem ainda mais coradas.
_ E então , está preparada?
_ Ham.... – ela fingiu que
pensava. – Não.
O
apresentador riu.
_ Ele está a poucos passos daqui!
– O simpático apresentador sussurrou-lhe, tentando criar ainda mais expectativa
do que a situação já causava.
Mas , ao contrário de todas
as prévias concepções, somente sorriu um sorriso calmo. Do outro lado, Taylor sorria para as câmeras
e, disfarçadamente, contraia os músculos para receber um daqueles abraços
sufocantes e eufóricos.
O apresentador apareceu nas
vistas de Taylor novamente, com um sorriso enorme e um cronometro nas mãos.
_ Um minuto somente ! – Ele gritou,
mas Taylor não ouviu nenhum grito de resposta. – Preparados? - A pergunta foi tanto para Taylor quanto
para .
Involuntariamente Taylor prendeu
a respiração, mas sentiu seu coração aquietar-se estranhamente.
E então, iniciou-se o fugaz e
eterno minuto. Ela entrou com passos curtos e rápidos, saltitante e linda, inescrupulosamente
linda, perfeita! Taylor sorriu e sim, foi um sorriso sem mistério, era sincero e
era reciproco. Ela parou a poucos centímetro
frente a ele, inclinou a cabeça e murmurou com um bom inglês:
_Olá Taylor.
Ele sentiu-se confortável em meio
aquele sorriso e abriu os braços concedendo um abraço, o sorriso ainda mais
aberto. Era como se ele reconhecesse um anjo amado. Ao fundo a voz do
apresentador soava euforicamente tentando apressar o pequeno grande momento,
mas manteve calma com a opinião forte que tinha para si mesma, e
delicadamente envolveu seus braços ao redor do ídolo moreno.
Para ele não foi como os outros
tantos abraços de fã, ele não se sentiu sufocado, não precisou se forçar a
compreender um amor insano que fazia ele parecer um boneco de apertar diante
das fãs, como se suas carnes não fossem sensíveis a dor. Ao contrário disto, os
corpos se aconchegaram e ele sentiu um gostoso arrepio quando ouviu o riso
suave dela em seus ouvidos.
Passou seus dois braços pela
cintura dela, enquanto ela passou os seus por seu pescoço, ficando em uma
posição tão próxima quanto a de amantes, involuntariamente.
Mas não é porque é doce e sutil
que uma menina não tem que ter fibra. havia ido até ali decidida a fazer
cada segundo daquele precioso tempo ser apreciado minuciosamente, apesar de
toda a loucura que ela sabia que haveria ao redor. Assim se dispôs e assim o
fez. administrou cada mísero milissegundo daquele minuto.
_ Quarentaaa segundos! – o apresentador
berrou. – A maleta, a maleta! – Ele gritava, mas tanto quanto Taylor ignoravam.
As câmeras pareciam plantas carnívoras famintas a devora-los.
_ Apenas me ouça, temos pouco
tempo. – Taylor ouviu a voz suave e charmosa lhe murmurar no ouvido direito e
sentiu o corpo travar. continuou:
– Pra mim, este minutinho será
eterno, ficará guardado pra sempre. A única coisa que torço é para que minha
memória mantenha preservada a lembrança do calor do abraço de um dos meus
maiores ídolos… tão quente quanto o de um certo Jacob. – Taylor riu, e arrumou
os braços ao redor dela, aproximando o ouvido de sua boca para ouvir melhor. Em
cima deles o Boo, o grande microfone, se abaixava mais pra tentar captar os
sussurros dela. – Mas pra você isto, que é tão grande para mim, pode se desfazer
no exato segundo que isto acabe. Eu entendo, entendo que como eu são milhares.
Acontece que eu acho injusto que algo tão bom a mim, permaneça assim só a mim.
Eu posso te transmitir o meu desejo sincero de que sua vida pare, nem que for por segundos, pra que você sinta o prazer insubstituível das coisas… aquelas coisas mais doces…
As palavras de , ensaiadas
milimetricamente em um perfeito inglês, pareciam um poema para Taylor.
_ VINTE SEGUNDOS! – Aquela altura,
Taylor achava aquele tempo infeliz. Queria ouvir mais tempo a fala poética de
.
_ Eu só queria fazer que minha
presença permanecesse um pouco mais com você e que fosse mais prazerosa do que
esta coisa toda atropelada. E pra mim, nada é mais gostoso do que comer lentamente
um certo doce brasileiro: brigadeiro.
Ela
se afastou, seus olhos grandes e brilhantes sorriam até mais que os seus
lábios. Taylor sentiu o corpo protestar com a ausência do conforto daquele
abraço, mas estava curioso pela surpresa que aquela menina lhe daria. Ela lhe
mostrou um saquinho azul amarrado com fita prata.
_ Guarde e só abra no raro
momento secreto de sua intimidade. E enquanto durar o sabor do doce em sua
boca, irá durar a minha lembrança fresca na sua memória.
Ele
pegou o saquinho com cuidado e mudo, completamente sem ação. Algo nela o
paralisou completamente. Porque era suave, mas também impactante. Ela
agia e fazia algo que ele nunca testemunhou, de maneira nenhuma, e lhe tratava
com certo cuidado, tentando lhe dar uma tranquilidade que até então ele não
sabia que precisava tanto em meio a sua vida agitada. Ele mexeu a boca, mas
continuou mudo, estático, os olhos pregados nos traços muito belos daquele
rosto sorridente…
_ DEZ SEGUNDOS!!! VAMOS !!
riu, então, num gesto calmo, pegou a mão esquerda de Taylor e beijou. Foi um
beijo quente e macio, causador de muitos arrepios.
_ Obrigada… muito obrigada… - Ela
disse, dando passos para trás, enquanto ele deu dois para frente como se
corresse atrás de uma visão.
_ Mas nem um autógrafo !? E
o autógrafo? – O apresentador disse, completamente em parafusos com a cena que
testemunhava.
sorriu e a Taylor aquele
sorriso não parecia tão tranquilo, mas abrasador. Ela não deixou nenhum minuto
os seus olhos e focada neles disse suas ultimas palavras:
_ O papel se decompõe, se perde,
se rasga, se desfaz na água. O que me interessa não é um papel. Mais precioso
pra mim é a lembrança deste olhar que estou recebendo agora e que, por um
instante que eu vou lembrar sempre, foi só pra mim.
disse, e o tempo findou-se. Uma parede de seguranças apareceu na frente dela e
a menina desapareceu das vistas de Taylor. Ele piscou momentos depois e só então
percebeu que o apresentador brasileiro esperava alguma resposta sua.
_ Nossa…Uall... - foi o que ele disse. O
cara riu. Sentou e gargalhou as custas dele.
_ Cara, não era pra você ter
causado isto nela? – Ele perguntou, divertido.
Taylor
se sentou na poltrona um tanto abobalhado e respondeu:
_ É, devia.
O
apresentador se curvou para frente, em postura de quem segreda algo:
_ Ela é diferente né? Não
parecia. – Taylor apenas balançou a cabeça, voltando os olhos para o
presentinho que tinha nas mãos. – E o que ela te disse no ouvido que em tão
pouco tempo deixou o ASTRO Taylor Lautner, assim? – O cara, cujo nome Taylor não
se recordava, perguntou.
_ Bom, era meio que uma poesia…
deu só pra perceber que ela é uma garota muito especial… - De repente um estalo
fez-se na cabeça do ator – O nome! Qual é o nome dela mesmo?
O apresentador, com cara
desconfiada, disse:
_ … o nome da bela de um
minuto é .
Taylor riu novamente, desta vez
pela denominação “bela de um minuto”. Olhou para câmera posicionada a sua
esquerda:
_ Bom… bela de um minuto, foi
sorte minha você ser a escolhida. – Aquela declaração lhe escapou sem que
conseguisse evitar, o que causaria um burburinho infernal ao redor do assunto.
_ Hummmmmmm… parece que foi um
encontro com muitas promessas este que promovemos, caros telespectadores!! – O apresentador
disse, fazendo firulas para outra câmera. Taylor disfarçou, rindo abertamente.
_ E qual foi o presente de
?? – O cara disse, alongando os olhos para o embrulho que Taylor protegia
em suas mãos.
_ É secreto, só meu. Ela disse
que devo abrir…
_ No raro momento secreto de sua
intimidade… sei, sei… - O tal cara completou. – Uma frase bonita esta.
_ E certeira… não é tão comum
momentos completamente íntimos meus. – Taylor deixou escapar novamente.
O apresentador especulou um pouco
mais, Taylor riu e saiu pela tangente um pouco mais e, finalmente se
despediram. Só muito depois ele encontrou um momento propiciamente íntimo para
abrir o presente da brasileira singular. Encontrou
primeiro um bilhete curto:
“Queria que, de
alguma forma, minha curta estada em sua vida tivesse sido prazerosa. Por isto
compartilho uma maravilha da minha terra, com um gosto indescritivelmente bom.
O nome deste doce é brigadeiro... BRI-GA-DEI-RO... B-R-I-G-A-D-E-I-R-O. Trema a
língua pra falar o "BRI" e o “RO”.
Imagino que sua vida
seja bem corrida, mas se eu puder te dar um conselho pra ficar,
guarde sempre um tempo para apreciar certos prazeres que precisam ser só seus, só
para te satisfazer e a ninguém mais. Assim agente vive a vida.
Como o brrigadeirrrro
bem devagar, pra que o sabor possa durar bastante e minha lembrança também.
Tua eterna admiradora.
”
Taylor leu o bilhete muitas
outras vezes, procurando imaginar o som da voz dela enquanto lia. Tinha, de
repente, muita necessidade daquilo… de manter a lembrança intacta. Só então
ele, delicadamente, abriu a caixinha de isopor que preservava um grande e
redondo doce de chocolate. Taylor reclinou-se sobre a cabeceira da cama de um
outro hotel e mordeu o primeiro pedaço do doce… fez questão de saborear o mais
lentamente possível o brrigadeirrrro… ele tentou, mas não conseguiu tremer a língua
pra falar os “R's” como se lembrava de pronunciando durante os sessenta
segundos que passaram juntos.
E nunca. Nunca mesmo, um doce foi
tão… tão… mas tão gostoso para o
paladar de Taylor. Mordida por mordida, era um prazer a mais, ele até chegou a
gemer… Depois riu por ter gemido como se tivesse levando um beijo gostoso… Um
beijo gostoso… no âmago de Taylor, que ele não ousou trazer a sua consciência
desperta, o ator comparou o sabor gostoso do brigadeiro com o beijo da sua “bela
de um minuto”, ou melhor… seu subconsciente resolveu acreditar que beijar a
brasileira singular seria tão prazeroso quanto comer o doce que ela havia lhe
dado… um doce que ela também gostava de comer.
Depois daquilo, voltou a viver sua vida
branda, que durante uns meses foi conturbada, e Taylor voltou a viver sua agitada vida de celebridade. O que
não podia imaginar enquanto continuava com sua vida, era que, para
Taylor, a presença dela fora tão marcante quanto a dele próprio em sua vida.
só veio a descobrir isto
dois anos mais tarde, quando assistia mais um programa em que seu ídolo era
entrevistado:
_ E… não sei… qual é o seu doce
preferido? – A repórter perguntou.
Ele sorriu, e sem vacilar,
pronunciou em um perfeito português do Brasil:
_ Brigadeiro!
_ Que doce é este? – Perguntou a
repórter que era de uma TV alemã.
_ Um doce brasileiro… - ele
disse, e sorriu mais pra si mesmo do que para os outros. – É um doce que eu
sempre como sozinho e com tempo… gosto de apreciar cada mordida… É um doce que
me trás lembranças doces e quentes… Nunca mais me afastei de um brigadeiro
assim que me colocaram o primeiro na boca.
ficou sem fôlego diante
daquela declaração… e sorriu. Indo correndo pra cozinha ela fez uma panela de
brigadeiro. Se pôs a comer em êxtase, sabendo que aquela atitude fazia parte de
algo secreto compartilhado entre ela e Taylor Lautner. sempre adorou
brigadeiro, e sempre imaginava que o beijo dos sonhos, aquele que ela ainda não
chegou a receber, haveria de dar um prazer parecido… pra , beijo bom tinha
sabor de brigadeiro…
E agora, ela sabia que lembrança
boa também tinha sabor de brigadeiro.
N/A: Haha... diferente esta one-shot team Taylor?? Okay, foi algo bem sutil e poético que eu escrevi em um arrombo, cuja inspiração veio depois do encontro daquela fã com Taylor no Luciano Hulck. kkkkkkkkkkkkk.... Na verdade a linguagem mais poética e o teor que eu comecei o texto e, finalmente, consegui terminar, é consequência de um curso que eu hoje (23/11/2012), em que o professor me deu um banho de cultura e poesia. Na vibe dos poetas eu escrevi este texto e não sei se é de agrado de alguém... mas com este texto eu senti prazer em escrever, certa de que eu falava sobre algo que se acontecesse, seria bom.
Caso alguém tenha lido e gostado da minha ÚNICA one-shot, comentem aí, me digam o que esta história lhes fizeram pensar.... que tal??
Bjs meus amores.... a partir de hoje, degustem seus brigadeiros com um prazer diferente, certo? kkkkkk

